Rapsódia Vicentina
3ª Produção
Estreia: 15/10/1998

Carreira: Faro, Albufeira, Lagos, Lagoa, Loulé, Vila Real de Sto. António, Portimão, Tavira, Almada, Moita

Partindo de textos vicentinos afectos aos programas curriculares, objectiva-se a construção de um espectáculo que possa aliciar e dinamizar os agentes visados para a leitura crítica e criatividade cénica, recorrendo a técnicas circenses, de teatro de rua, e apoios musicais e instrumentais de raiz popular.

Classificação Etária: Maiores de 6 anos

Ficha Artística, Técnica e de Produção

Textos: Gil Vicente
Adaptação, Dramaturgia e Encenação: José Louro
Cenografia, Execução e Adereços: Tó Quintas
Figurinos: ACTA
Costureira: Noélia Ramos
Intérpretes: Ana Baião, Luís Vicente, Maria João e René Barbosa
Fotografia: Telma Veríssimo
Direcção Técnica: Noé Amorim
Direcção de Produção: Luís Vicente

Destaque de Imprensa

“Rapsódia Vicentina”, foi uma hora de bom teatro, onde quatro actores se desmultiplicaram em dez personagens (...).”
Barlavento, 22/10/98

“As actualizações e interpolações do encenador no texto de Gil Vicente são parte integrante do espectáculo e ninguém se assustará se o linguajar de Vicente der origem a uma rábula em verso onde se fala dos vários pavilhões da Expo-98. Falta dizer que estes textos intercalados não podem ser mais engenhosos e a colagem entre o velho e o novo – que, por vezes, soa a surreal – funcionou muito bem na estreia de Albufeira.”
Manuel João Gomes, Público, 11/11/98

"A interpretação, nesta peça, de Ana Baião, Luís Vicente, Maria João e René Barbosa, foi excelente, arrancando sucessivos aplausos por parte da numerosa assistência que encheu, por completo, o Cine-Teatro nas duas sessões."
R.F., Postal do Algarve, 21/01/99

"A direcção sólida e profunda de José Louro [...] optou por actualizar o apresentado [...] estilizá-lo, e alcançou que esse desígnio se transformasse em vitória artística.
Forma (excelentes os figurinos femininos) e conteúdo em correspondência, boa direcção de actores, agilidade presidindo às marcações, sabedoria no ritmar da acção e no uso do espaço. Bem demonstrada a verdade absoluta de que Gil Vicente é de hoje e de todos os tempos." Restará, apenas, dizer que os actores se revelaram seguríssimos: Ana Baião, Luís Vicente, Maria João e René Barbosa (este fundamental, porquanto é básico no relativo ao envolvimento sonoro, criado ao vivo)."
Fernando Midões, Diário de Notícias, 16/03/99